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Questões Comumente Formuladas (FAQ) sobre Máscaras Laríngeas:


 

 

 

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Uso em Emergência

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Preparo:

 

Algum dos tipos de  Máscara Laríngea contêm látex?

Todos os modelos de Máscara Laríngea são isentos de látex

As Máscaras Laríngeas são produzidas em silicone especial de grau médico ou PVC. São todas isentas de látex.

 

As Máscaras laríngeas reutilizáveis podem ser limpas e esterilizadas com métodos alternativos como glutaraldeído, soluções a base de fenol, iodo ou pasteurização?

Logo após o uso, a ML deve ser lavada em água corrente com escova pequena (12,5 mm de diâmetro) e macia até que toda a secreção seja removida.

Detergentes neutros, soluções enzimáticas ou desencrostantes podem ser utilizados desde que sejam seguidas as especificações e diluições recomendadas pelo fabricante. O detergente não pode conter substancias irritantes à pele ou mucosas.

A ML deve ser sempre muito  bem enxaguada para remover qualquer resíduo do produto empregado.

Não devem ser utilizados germicidas, desinfetantes ou agentes químicos como glutaraldeído, soluções à base de fenol ou iodo. Essas substâncias são absorvidas pelo material da ML, resultando em exposição do paciente a um risco desnecessário além de possível deterioração da ML.  

 

Recomenda-se que a esterilização seja por autoclave, com temperatura não excedendo 135°C, por 3 minutos, e com a ML TOTALMENTE DESINFLADA.

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Usos:

 

Como escolher o  tamanho correto da ML?


O sucesso no uso da ML depende, em parte, da seleção do tamanho apropriado de ML.

A tabela abaixo deve ser usada como guia:

Tamanho da ML*

Paciente

Volume máximo 

de insuflação do manguito

1

Neonatos/lactentes até 5 kg

4

Lactentes 5-10 kg

7

2

Lactentes/pré-escolares 10-20 kg

10

Crianças 20-30 kg

14

3

Crianças 30-50 kg

20

4

Adultos 50-70 kg

30

5

Adultos 70-100 kg

40

 

Geralmente, a ML nº 4 é adequada para a maioria das mulheres adultas, e a ML nº 5 para homens adultos até 100 kg. 

A ML nº 3 deve ser considerada como tamanho pediátrico.

 

É importante não exceder o volume máximo de insuflação do manguito. Se o volume máximo é necessário para manter o selamento adequado, o uso de uma ML maior deve ser considerado. Estudos clínicos demonstraram que um melhor selamento é conseguido usando-se uma ML maior com menor volume de enchimento no manguito.Usando-se uma ML muito pequena e super insuflando o manguito haverá uma diminuição na complacência, que poderá resultar em má acomodação da ML no espaço faríngeo. Aumento de vazamento, insuflação gástrica e malposicionamento é mais provável quando se excede o volume máximo de insuflação do manguito e pode ser associado a eventos adversos.

Portanto, comece escolhendo o maior tamanho de ML que servirá no seu paciente e insufle o manguito com o menor volume necessário para obter o selamento adequado.

Considere a troca para uma ML maior se ocorrer vazamento quando os pulmões são insuflados com pico de pressão traqueal < 20 cmH2O, mas se certifique primeiramente se o nível de anestesia está adequado.

É sempre melhor utilizar uma ML de tamanho maior com menor insuflação do que uma pequena e excessivamente insuflada.

Sempre tenha à mão uma ML maior e uma menor que o tamanho escolhido.  

 

Brimacombe JR, Brain AIJ. The laryngeal mask airway: A review and practical guide. WB Saunders, 1997.

Ferson D, Brimacombe JR, Brain AIJ. International Anesthesiology Clinics: The Laryngeal Mask Airway. Lippincott-Raven, Volume 36, Number 2, 1998.

 

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Porque devo obter uma pressão intramanguito de 60 cm H2O, e como medir essa pressão?

 

É evidente que baixa pressão/volume intramanguito é benéfica aos pacientes. Pressão baixa intramanguito (< 60 cm H2O), tem sido descrita como responsável em diminuir a incidencia de "dor de garganta" e proporcionar um melhor selamento. Além disso, em trabalhos com fibroscopia se demonstrou que baixo volume no manguito resultou em um selamento superior ao observado com grande volume.

A pressão intramanguito da ML pode ser mensurada com dispositivos utilizados para medir a pressão dos balonetes de tubo traqueal. Estes dispositivos apresentam diferentes unidades de medida, como mm Hg; 13.6 cm H2O é equivalente a 10 mm Hg, então 60 cm H2O seria equivalente a aproximadamente 41 mm Hg.

Uma vez que a pressão correta é obtida, o médico pode treinar a palpação do balão piloto e estimar a pressão intramanguito. 

 

Burgard G, Mollhoff T, Prien T. The effect of laryngeal mask cuff pressure on postoperative sore throat incidence. J Clin Anesth 1996;8:198-201.

Brimacombe J, Keller C, Morris R, Mecklem D. A comparison of the disposable versus the reusable laryngeal mask airway in paralyzed adult patients. Anesth Analg 1998;87:921-4.

Keller C, Puehringer F, Brimacombe J. The influence of cuff volume on oropharyngeal leak pressure and fibreoptic position with the laryngeal mask airway. Br J Anaesth 1998;81:186-7.

Keller C, Brimacombe JR. Laryngeal mask airway intracuff pressure estimation by digital palpation of the pilot balloon: a comparison of reusable and disposable masks. Anaesthesia 1999;54:183-186.

 

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Qual é o risco de aspiração com a ML?

 

A incidência de aproximadamente 0,1% de regurgitação clinicamente detectável para a faringe com a ML tem sido descrita em várias publicações. A incidência de aspiração com a ML é baixa (~2:10,000) sendo comparável à incidência de aspiração em pacientes ambulatoriais  submetidos a anestesia geral sob máscara facial ou tubo traqueal.

Alguns cuidados para minimizar o risco de aspiração:

Brimacombe JR, Brain AIJ. The laryngeal mask airway: A review and practical guide. WB Saunders, 1997.

Brimacombe JR, Berry A. The incidence of aspiration associated with the laryngeal mask airway: A meta-analysis of published literature. J Clin Anesth 1993;7:297-305.

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Pode haver dificuldade na inserção da ML?

 

Alguns dos erros mais freqüentes na inserção da ML incluem:

Brimacombe JR, Brain AIJ. The laryngeal mask airway: A review and practical guide. WB Saunders, 1997.

 

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Como utilizar a ML com VPPI (Ventilação com pressão positiva intermitente)?  

 Ventilação com pressão positiva intermitente (VPPI) através da ML é uma técnica já estabelecida e eficiente para adultos ou crianças. Experiência prévia com a ML em Ventilação Espontânea  é desejável antes de se utilizar VPPI. 

Alguns pontos práticos para serem revistos quando utilizamos a ML com VPPI:

A utilização de VPPI (Ventilação com pressão positiva intermitente) com a ML pode ser obtida com ou sem relaxantes musculares. Quando optamos pelo uso de relaxante muscular, este pode ser administrado antes ou após a inserção da ML. Vazamentos durante a VPPI podem ser atribuídos a: anestesia superficial, relaxamento muscular inadequado, uso de uma ML muito pequena, redução da complacência pulmonar relacionada ao procedimento cirúrgico ou diagnóstico, fatores próprios do paciente ou deslocamento da ML.

Durante o período de recuperação, reverter a ação do relaxante muscular ou esperar a regressão de sua ação antes de interromper a administração dos agentes anestésicos ao final do procedimento cirúrgico. Seguir com ventilação assistida até que o paciente consiga respirar espontaneamente. 

 

Brimacombe JR, Brain AIJ. The laryngeal mask airway. A review and practical guide. WB Saunders, 1997.

 

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Como soluciono um vazamento com a ML?

 

O vazamento pode ter várias causas:

 

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Por quanto tempo a ML pode ficar inserida?

 

A máxima duração que a ML pode ser utilizada não é ainda conhecida. Contudo, há crescentes evidências que a ML pode ser usada com segurança em procedimentos eletivos, em pacientes saudáveis, com duração de 4 a 8 horas por usuários experientes.

Se a ML é utilizada por períodos prolongados, a função respiratória deve ser cuidadosamente monitorada, e a mistura de gazes administrada deve ser aquecida e umidificada. A pressão intra manguito deve ser periodicamente checada e mantida em torno de 60cmH2O. O óxido nitroso tenda a causar um aumento da pressão no manguito da ML (o silicone é gás permeável).

Este aumento de pressão pode resultar em deslocamento da ML, dor de garganta no pós-operatório ou outros eventos adversos.

 

Ferson D, Brimacombe JR, Brain AIJ. International Anesthesiology Clinics: The Laryngeal Mask Airway. Lippincott-Raven, Volume 36, Number 2, 1998.

 

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Posso retirar a ML com o manguito insuflado?

 

Desde que o paciente esteja desperto e com reflexos de vias aéreas presentes, a desinsuflação do manguito não é essencial. Todavia, é preferível remover a ML com o manguito desinsuflado para prevenir danos causados pelos dentes.

Em algumas situações, os médicos anestesistas preferem retirar a ML com o manguito insuflado, principalmente para remover secreções que ficaram coletadas por cima do manguito. Isto é particularmente verdadeiro nos pacientes submetidos a cirurgias de nariz/garganta onde o sangramento das vias aéreas superiores ficam coletados no manguito da ML.

 

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A ML pode ser utilizada em cirurgias com laser?

 

As MLs têm sido estudadas in vitro com vários tipos de laser e trabalhos clínicos têm sido publicados; contudo não há recomendação do uso da ML em cirurgias com laser.

 

Brimacombe J. The incendiary characteristics of the laryngeal and reinforced laryngeal mask airway to CO2 laser strike -

A comparison with two polyvinyl chloride tracheal tubes. Anaesth Intens Care 1994;22:694-697.

Divatia JV, Sareen R, Upadhye SM, Sharma KS, Shelgaonkar JR. Anaesthetic management of tracheal surgery using the laryngeal mask airway. Anaesth Intens Care 1994;22:69-73.

Epstein RH, Halmi W. Oxygen leakage around the laryngeal mask airway during laser treatment of port wine stains in children. Anesth Analg 1994;78:486-490.

Jameson JJ, Moses RD, Vellayappan U, Lathi KG. Use of the laryngeal mask airway for laser treatment of the subglottis. Otolaryngol Head Neck Surg 2000;123:101-2.

Keller C, Brimacombe J, Coorey A, Wood V, Keller K. Liability of laryngeal mask airway devices to thermal damage from KTP and Nd:YAG lasers. Br J Anaesth 1999;82:291-294.

Pandit JJ, Chamber P, O'Malley S. KTP laser-resistant properties of the reinforced laryngeal mask airway. Br J Anaesth 1997;78:594-600.

Sher M. Brimacombe J, Laing D. Anaesthesia for laser pharyngoplasty-a comparison of the tracheal tube with the reinforced laryngeal mask airway. Anaesth Intens Care 1995;23:149-153.

Slinger P, Robinson R, Shennib H, Benumof JL, Eisenkraft JB. Alternative technique for laser resection of a carinal obstruction. J Cardiothorac and Vasc Anesth 1992;6:749-755.

 

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A ML é segura para Ressonância Nucler Magnética?

A ML é segura para uso em Ressonancia Nucler Magnética quando adequadamente posicionada e fixada com fita adesiva.

 

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Uso em emergência:

 

Qual a incidência de regurgitação e aspiração com a ML no atendimento pré-hospitalar?

 

Há relativamente poucos estudos ou publicações atualizadas sobre o uso da ML no atendimento pré-hospitalar.

A incidência de regurgitação/aspiração associada a ML é baixa. Parece que a maioria dos casos de regurgitação observados durante as manobras de ressucitação cardiorespiratória ocorreram antes de se estabelecer uma via aérea segura. Entretanto, é possível que futuramente mais casos sejam observados, uma vez que a ML está sendo usada mais freqüentemente no atendimento pré-hospitalar por operadores com pouca experiência com o dispositivo.

 

Grantham H, Phillips G, Gilligan JE. The laryngeal mask in pre-hospital emergency care. Emergency Medicine 1994;6:193-197.

Rumball CJ, MacDonald D. The PTL, Combitube, laryngeal mask, and oral airway: Randomized prehospital comparative study of ventilatory effectiveness and cost-effectiveness in 470 case of cardiopulmonary arrest. Prehospital Emergency Care 1997;1:1-10.

Stone BJ, Chantler PH, Baskett PJF. The incidence of regurgitation during cardiopulmonary resuscitation: a comparison between the bag valve mask and laryngeal mask airway.

Resuscitation 1998;38:3-6.

 

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O tubo da  ML pode ser utilizado como um conduto para administração de medicações de emergência em reanimação cardio-pulmonar?

Há poucos trabalhos sobre administração de drogas através do tubo da ML, com resultados contrastantes. Em um estudo com cadáveres, epinefrina foi encontrada nos pulmões em quantidades razoáveis. Todavia, em 100 pacientes anestesiados e usando-se uma cânula especial, as drogas só foram encontradas em 27% dos pacientes.

 

Portanto, a dispersão da droga através do tubo da  ML não é uma maneira segura para se administrar medicação, mas pode ser uma alternativa durante uma reanimação cardio-pulmonar em paciente sem tubo traqueal ou acesso venoso.

Alexander R, Swales H, Pickford A, Smith GB. The laryngeal mask airway and the tracheal route for drug administration. Br J Anaesth 1997;78:220-1.

Challiner A, Rochester S, Mason C, Anderson H, Walmsley A. Spread of intrapulmonary adrenaline administered via the laryngeal mask. Resuscitation 1997;34:193.

 

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Qual o papel da Máscara Laríngea nas novas diretrizes da  American Heart Association (AHA)?

 

No Suporte Básico da Vida (BLS) em adultos, a Máscara Laríngea é recomendada como uma alternativa ao sistema bolsa-válvula-máscara facial. A  Máscara Laríngea é considerada a primeira escolha para assegurar via aérea para reanimadores que não estão treinados para intubação traqueal.

No Suporte Avançado da Vida em adultos (ACLS), a Máscara Laríngea é recomendada como um dispositivo Classe IIb, definida como intervenção aceitável e possivelmente útil, sendo uma indicação nos casos de intubação traqueal difícil.

No Suporte Avançado da Vida em Pediatria (PALS), a ML é classificada como um dispositivo de classe indeterminada, definido como " intervenção pode ser recomendada, mas trabalhos precisam ser feitos para ter uma classe definitiva". Portanto, a ML pode ser utilizada dependendo da situação da parada cardio-respiratória.

Na Reanimação Neonatal, a ML é uma alternativa importante na situação "não intubo, não ventilo".

 

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